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VICTOR CASAS nasceu em Pontevedra em 1936. Formou-se na Escuela Superior de Bellas Artes de San Fernando, bem como nos estúdios dos pintores Amadeo Roca e Eduardo Peña. Incorporou-se, posteriormente, na oficina de gravador/gravura e serigrafia Tres en Raya, de Madrid. Expôs individual e colectivamente em várias cidades de Espanha, Portugal, Áustria e Porto Rico. Na Galiza, tem exposto em Vigo, A Coruña, Pontevedra e Santiago de Compostela. As suas obras figuram em museus como o Carlos Maside (O Castro, Sada) e o de Castrelos (Vigo), além de integrarem as colecções institucionais do Parlamento de Galicia, da Biblioteca Nacional de Madrid, da Real Academia de Bellas Artes de San Fernando, da Deputación de Pontevedra, da Caixa Nova, da Caja de Ahorros de Valladolid e da Caja de Ahorros de Léon, entre outras. Também existem obras suas em colecções particulares de Espanha, França, Estados Unidos, Argentina, Suíça, Reino Unido e Porto Rico. Ilustrações da sua autoria aparecem em diversas publicações de homenagens a Rosalía de Castro, Ramón Cabanillas e Castelao. Entre outros, obteve os seguintes prémios: medalha de ouro do IV Concurso Nacional de Pintura Caja de Ahorros de León (1971), medalha de bronze na Bienal Nacional de Artes Plásticas de Pontevedra (1981), III Prémio “Meigas e Trasgos”/feiticeiras e trasgos/duendes (Sarriá, 1976), Prémio Ayuntamiento de Baracaldo (1969) e Menção Honrosa nos “Concursos Nacionales” (Madrid, 1971). Pertence ao grupo “P/A Grabadores”, com exposições em Tarazona, Ávila, Madrid, Salamanca, Valladolid, Palencia, Zaragoza, Logroño, Móstoles, Galapagar e Talavera. Participou na III Feria Internacional de Arte Contemporáneo “MAC 21”, Marbella e no Salón Internacional del Grabado e Ediçiones de Arte Contemporáneo ESTAMPA, Madrid (1999 a 2003). Na Galiza, Premio de Grabado “Máximo Ramos” – El Ferrol (1986 e 1995), I Mostra Internacional Minigrabados “Cidade de Ourense”, IV Bienal Internacional de Grabado – Ourense 1996. Foi convidado a participar na II Bienale Internazionale dell’Arte Contemporánea – Florencia (4-13 Dezembro 1999): BIBLIOGRAFIA – “Diccionario de Artistas Españoles” (Dirección General de Bellas Artes); “Diccionario de Pintores Españoles Contemporáneos”, Ed. Esti-Arte; “La Pintura Española Actual”, de Raúl Chavarri; “Gran Enciclopedia Gallega”; “Galicia” de Edic. Noguer; “Galicia Eterna”, Ed. Nauta; “Plástica Gallega”, Caja de Ahorros de Vigo; “Enciclopedia del Arte Español del Siglo XX”, F.Calvo Serraller, Ed. Mondadori; “20 Años de Pintura en Pontevedra”, Diputación Provincial de Pontevedra. Sobre a sua obra escreveram: José Hierro, Antonio M. Campoy, José de Castro Arines, María Rosa Martínez de la Hidalga, Antonio Corral Castanedo, Francisco de Pablos, Alvaro Cunqueiro, José Filgueira Valverde, Victoriano Crémer, Celso Emilio Ferreiro, Eduardo Blanco Amor, Luciano del Río, Alfonso Martínez Mena, Castro Conso, Agustín Pérez Bellas, Xavier Seoane, etc. A pintura de Victor Casas alcançou um ponto de maturidade surpreendente, principalmente se compreendermos que se trata de uma pintura subjectiva e apaixonada. As formas, as cores, aprenderam a submeter-se ao impulso do artista que, como pretendia Ruskin, vê tudo dentro dos limites do quadro e cumpre as três condições de Tomás de Aquino: integridade, devida proporção e clareza...” [Alvaro Cunqueiro] “... O pincel de Victor Casas obedece-lhe nesse ponto exacto em que o indizível da poesia brota nos mananciais do amor. E em que fecunda esses campos do visual que aridamente chamamos domínios da pintura” [José Filgueira Valverde] “... a pintura de Victor Casas, como a de Seoane, ponhamos apenas este exemplo, através de toda a experimentação, investigação e ainda de toda a contaminação, resultam ser (e ser sine qua non [condição indispensável] essencialmente, teologicamente, galegas... Porque é sempre pintura com Galiza ao fundo; chega-nos aclarada, segredo maravilhoso de vozes, desde um sigilo fundamental, a estes delicados alvoroços onde repousa, sem sossego, uma realidade que não se nos impõe com a retórica, mas que se nos propõe com a poesia...” [Eduardo Blanco-Amor] “Victor Casas, como bom celta que é, penso que se não acredita em bruxas – que sem dúvida existem – acredita nos bruxedos e feitiçarias do mundo desconhecido que nos rodeia e assedia a cada hora, e para cuja definição ainda não se encontraram as palavras, mas apenas as cores e os volumes que adivinham a sua silhueta...” [Celso Emílio Ferreiro]
De 3 a 25 de Setembro
Na galeria da Biblioteca Municipal
Ver também:
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Folheto biográfico
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