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actividades > actuais > infantis

“Cuscas no Castelo de Guimarães” e Artes & Ofícios: Apicultor




 

No dia 5 de Dezembro, terça-feira, pelas 10h30 decorre na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto a apresentação do livro infantil “Cuscas no Castelo de Guimarães” de Paulo Santos e a atividade Artes & Ofícios: Apicultor.

"Cuscas no Castelo de Guimarães" é o primeiro livro do autor Paulo Santos, com ilustrações de Susana Lima. A obra conta a história da abelhinha Cuscas que, enquanto andava a apanhar pólen nas flores, descobriu um grupo de crianças a entrar no Castelo de Guimarães. Curiosa como só ela, foi atrás das crianças e, juntamente com elas, foi descobrindo todos os mistérios deste monumento.

Este livro destina-se a crianças dos 6 aos 10 anos e pretende alertar as crianças para a importância das abelhas e para a necessidade da sua proteção.

Nesta sessão, o autor Paulo Santos também vai dar a conhecer ao público infantil a faceta de Apicultor.

Através de um vídeo, as crianças aprendem o ciclo das abelhas, a identificação das várias espécies, abelhas operárias, rainha e zangões, bem como o seu nascimento e tempo de vida, especificando as funções de cada uma.

Em simultâneo, haverá uma apresentação ao vivo de abelhas a trabalhar numa colmeia em vidro.

No fim da sessão, o autor vestido com fato de apicultor dará a provar aos presentes o mel.



5 de dezembro 2017, 10h30

Na Biblioteca Municipal




PaperToys de Eça de Queiroz




 

No dia 24 de novembro, pelas 15h30 realiza-se um atelier “Paper Toys – Eça de Queiroz!” para alguns alunos do 6º ano da Escola Básica Dr. Flávio Gonçalves.

Assinalando a passagem do aniversário de nascimento deste escritor português, a 25 de novembro, os alunos participam numa atividade lúdica pedagógica, recortando, colando e montar a figura do Eça de Queiroz.

José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845, numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim.

Os [in]cult®PaperToys constituem uma coleção de “bonecos” de papel que conjuga o potencial formativo e informativo, com o desenvolvimento de circuitos temáticos e roteiros culturais, bem como, com a valorização institucional, tanto comercial como de acumulação de capital simbólico.

Os [in]cult®PaperToys permitem aprofundar o conhecimento e promover um conjunto de personagens de referencia, através da sua representação num jogo de montagem em papel.

A ilustração de cada personagem é o resultado criativo de um trabalho gráfico cuidado e individualizado, desenvolvido a partir de uma imagem conhecida ou registada na nossa memória coletiva, integrando sempre que possível elementos ou características físicas facilmente identificáveis.

Numa aproximação ao imaginário tradicional dos brinquedos e “construções” de papel cada personagem é apresentada como um jogo numa folha para destacar, dobrar, montar e colar. Para além da dimensão lúdica da montagem do “boneco”, podem ser disponibilizados diversos conteúdos informativos que permitirão ao utilizador conhecer o essencial da vida e obra da pessoa representada e/ou da instituição que o divulga e promove. Alia, assim, a componente lúdica à formativa, podendo inclusivamente transformar-se num valioso recurso educativo para pais, educadores e professores.

[in]cult®PaperToys é uma coleção de personagens que, com base numa plataforma web, tem também o objetivo de criar um roteiro cultural, que incentive a criação de sinergias entre instituições e promova a captação de públicos para os vários equipamentos culturais relacionados.

Os [in]cult®PaperToys podem ser assumidos como merchandising, como recurso formativo, didático e lúdico para os serviços educativos, como prenda ou lembrança para assinalar dias ou efemérides especiais, como suporte de comunicação (adaptação como folheto promocional, encarte em jornais e revistas, cartão de boas festas, etc.) ou como brinquedo tradicional, entre muitas outras aplicações possíveis.

De pequena dimensão e fácil acondicionamento, os [in]cult®PaperToys são um produto que permite grande potencial de rentabilidade devido ao seu baixo custo de produção, transporte e armazenamento. Os [in]cult®PaperToys constituem, assim, um roteiro pela cultura, assumidamente em [permanente] construção, sendo que os nós desta rede são os personagens produzidos e as entidades que lhe dão vida neste projeto.

Para dar início a este roteiro, a Suggestus escolheu os [in]cult®PaperToys de Fernando Pessoa e do Infante D. Henrique, Camilo Castelo Branco, Eça de Queiroz, Nuno Álvares Pereira e Luís de Camões, seis personagens de referência da cultura portuguesa que sintetizam de forma ímpar os objetivos do projeto.



24 de Novembro de 2017, 15h30

Na Biblioteca Municipal

Ver também:

      •     O que são PaperToys  




Artes & Ofícios – Designer




 

Artes & Ofícios é uma atividade de exploração de ofícios de ontem e de hoje, colocando as crianças e jovens em contato direto com diferentes profissionais.
A próxima atividade Artes & Ofícios dá a conhecer uma arte relacionada com o Design, sendo dinamizada pela Margarida Ventura, do departamento Design da Plenimagem.
A Plenimagem tem vindo a desenvolver um intenso trabalho criativo em vários projetos de imagem e conceitos gráficos.
Nesta sessão, Margarida Ventura vai partilhar com os mais novos os segredos da profissão, dando a conhecer as várias facetas da sua experiência de lidar com os diversos projetos de design de comunicação.

Margarida Ventura nasceu no Porto, a 28 de Outubro de 1968.
Viveu na Póvoa, tendo feito o ensino secundário na Escola Secundária Eça de Queirós, e o 12º ano fez na Escola Soares dos Reis, por ser na altura uma escola vocacionada para artes.
Tirou o curso de Design de Comunicação na Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAUP), em 1987/92.
Iniciou a sua vida profissional na Imagens & Obras, empresa do Porto dedicada à Arquitetura e Design, onde contactou com diversas vertentes do Design, tendo usufruído de experiências na área da publicidade, participando em projetos pontuais com agências de Publicidade.
No ano de 1996 foi co-fundadora da Plenimagem, empresa dedicada exclusivamente ao Design de Comunicação, desenvolvendo até hoje projetos de Identidade corporativa, embalagem, editorial, sinalética..., para sectores muito diversificados como a indústria, distribuição, restauração, ensino, educação e Cultura.
Nos dias de hoje, é a este projeto que dedica todo o seu tempo profissional.



Dia 27 de Abril de 2017, quinta-feira, 14h30

Na Biblioteca Municipal




Artes & Ofícios – Pasteleiro
Encontro com José de Sousa




 

Artes & Ofícios é uma atividade de exploração de ofícios de ontem e de hoje, colocando as crianças e jovens em contato direto com diferentes profissionais.

A próxima atividade Artes & Ofícios dá a conhecer o ofício de Pasteleiro sendo dinamizada por José de Sousa, da Pastelaria Riba-Mar.

Há mais de 30 anos, Francisco Campos e Lucinda Vieira criaram os alicerces e promoveram o crescimento desta empresa de sucesso, agora gerida por José Sousa Ferreira e Filomena Campos. Foi inovadora quer pela remodelação das instalações quer pela introdução de novos produtos, nunca descurando a qualidade dos ingredientes nem o nível de higiene operacional.

Desenvolveu uma gama de especialidades como sejam as Ritinhas, Joaninhas, Franciscas, Barquinhos, Poveirinhos, Sardinhas, Pasteis de Nata, tarte Riba-Mar e tarte Casino.

Indo de encontro com as necessidades dos seus clientes, oferece durante todo o ano o Pão de Ló, o Bolo Rei e as Rabanadas.



Dia 23 de Novembro 2016, quarta-feira, 14h30

Na Biblioteca Municipal




És um aluno brilhante - mostra bibliográfica




 

Educação engloba os processos de ensinar e aprender. É um fenómeno observado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos dessas, responsável pela sua manutenção, perpetuação, transformação e evolução da sociedade a partir da instrução ou condução de conhecimentos, disciplinamentos (educar a ação), doutrinação, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade, ou seja, é um processo de socialização que visa uma melhor integração do indivíduo na sociedade ou no seu próprio grupo.

Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes. A prática educativa formal — que ocorre nos espaços escolarizados, que sejam da Educação Infantil à Pós Graduação — dá-se de forma intencional e com objetivos determinados, como no caso das escolas. No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser definida como Educação Escolar.

De acordo com a UNESCO a educação também é exercida para além do ambiente formal das escolas e adentra em outras perspectivas caracterizadas como: educação não formal e educação informal. Segundo a organização, a partir das Conferências Internacionais de Educação de Adultos - CONFINTEA compreende-se por educação não formal todo processo de ensino e aprendizagem ocorrido a partir de uma intencionalidade educativa mas sem a obtenção de graus ou títulos, sendo comum em organizações sociais com vistas a participação democrática. E educação informal como aquela ocorrida nos processos cotidianos sociais, tais quais com a família, no trabalho, nos círculos sociais e afetivos.

No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos e tecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma determinada comunidade, dá-se o nome de Educação Tecnológica. Outra prática seria a da Educação Científica, que dedica-se ao compartilhamento de informação relacionada à Ciência (no que tange a seus conteúdos e processos) com indivíduos que não são tradicionalmente considerados como parte da comunidade científica. Os indivíduos-alvo podem ser crianças, estudantes universitários, ou adultos dentro do público em geral. A educação sofre mudanças, das mais simples às mais radicais, de acordo com o grupo ao qual ela se aplica, e se ajusta a forma considerada padrão na sociedade.
Fonte

Educação no catálogo da Biblioteca ->
Ensino no catálogo da Biblioteca ->



Durante o mês de outubro 2016

Na sala de leitura geral temática

Ver também:

      •     Direcção-Geral de Educação  

      •     Galeria de imagens  




Artes & Ofícios - Música
Encontro com Manuela Azevedo




 


Foto de Ana Luandina. 2014

MANUELA AZEVEDO
Vocalista dos CLÃ

“Nasce em Vila do Conde, em 1970. Conclui o curso geral de piano, licencia-se em Direito e forma-se advogada. No entanto, é como vocalista dos Clã que descobre a sua profissão e paixão. Elemento da banda desde a sua formação (1992), dedica-se exclusivamente aos Clã e à música a partir de 1996. Já com 7 álbuns de originais editados, o álbum ao vivo Afinidades com Sérgio Godinho, o duplo álbum VIVO e os DVDs Gordo Segredo e Barbie Suzie Dolly Polly Pocket, os Clã são conhecidos pela qualidade e energia dos seus concertos.

A par do trabalho com os Clã, colabora também com outros artistas e projectos, desde Brigada Victor Jara a Ornatos Violeta, destacando-se a participação nos Humanos, no projecto Caríssimas Canções, de Sérgio Godinho, e Deixem o Pimba em Paz, criado por Bruno Nogueira.
Em Novembro de 2014 estreia o espectáculo COPPIA, co-criado com Hélder Gonçalves e Victor Hugo Pontes, respondendo assim à Carta Branca que lhe foi entregue pelo CCB. Desde a data da sua estreia, COPPIA tem sido apresentado por todo o país, e mais recentemente, em Macau.
Actualmente, encontra-se a trabalhar nos novos projectos dos Clã.”



Dia 26 de Outubro 2016, quarta, 15h

Na Biblioteca Municipal

Ver também:

      •     Clã - site oficial  

      •     Clã - facebook  




A VÁRIAS MÃOS




 

Apresentação pública do Projeto Concelhio de Escrita Colaborativa A Várias Mãos

A Rede Concelhia de Bibliotecas da Póvoa de Varzim apresenta a público o projeto A Várias Mãos no próximo dia 1 de junho, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, pelas 18 horas e 30 minutos.
A Várias Mãos consistiu num projeto de escrita que mobilizou alunos de todas as escolas do concelho. Esta história contou com a colaboração do Dr. Luís Diamantino, Vereador da Cultura e da Educação, que escreveu a introdução. Com base nesta introdução foram construídas quatro histórias. Em cada ciclo de aprendizagem, do primeiro ciclo do ensino básico ao ensino secundário de cada escola ou agrupamento de escolas do concelho, foram mobilizados alunos ou turmas que escreveram uma história colaborativa.
A iniciativa foi da responsabilidade dos professores bibliotecários deste concelho e teve articulação curricular com os professores de Português para o processo de escrita colaborativa e dos professores de Educação Visual para o processo de ilustração da história.
Esta atividade promoveu uma experiência enriquecedora de leitura e de escrita que fez dos alunos do concelho autores e mobilizou competências de respeito pela propriedade intelectual, respeito pela opinião e ponto de vista do outro e responsabilidade cívica na promoção da cultura e da interação da escola com a comunidade e com os parceiros educativos.
Com este evento será também encerrado e trazido a público o projeto de escrita colaborativa A Várias Mãos com famílias desenvolvido, simultaneamente na Escola Básica Dr. Flávio Gonçalves e que resultou da articulação entre a disciplina de Português e a Biblioteca Escolar. No âmbito do SABE, a Biblioteca Municipal Rocha Peixoto apoiou esta iniciativa e promoveu a publicação do cartaz e a divulgação da atividade.



Dia 1 de Junho 2016, 18h30

Auditório Municipal da Póvoa de Varzim




#ContosTweet: uma história em 140 caracteres




 

O recurso das novas tecnologias para efeitos de comunicação, é hoje em dia, um modo de vida.
Telemóveis, smartphones, redes sociais, tecnologia, são os suportes que ficam obsoletos mas a informação e a comunicação continuam a circular e está em constante evolução.
O mesmo se passa com a leitura, a criatividade e a escrita.
A Biblioteca Municipal propôs às escolas do concelho uma atividade que tem por base uma tecnologia (rede social), que promove a criatividade intelectual (competências de leitura e de escrita).

A atividade está dividida em duas partes.
Na primeira parte fala-se das redes sociais de uma forma geral e do Twitter em particular, como criar uma conta, as vantagens e desvantagens desta rede social, o(s) seu(s) uso(s), as características e são também explicados alguns conceitos tais como hashtag, trend topic, retweet e vine.
Na segunda parte, depois de apresentar o princípio dos #ContosTweet, é feito um workshop em que se pretende que cada aluno participe, sozinho ou em conjunto, fazendo um conto em formato tweet (limite de 140 caraCTERES). Este conto pode sugerir tanto uma história passada, como o excerto de um conto.

Há a possibilidade de participar em conjunto fazendo, cada aluno, uma mensagem que complemente os capítulos da história/do conto (até um máximo de 3 capítulos).

Durante o mês de Maio de 2016.
Esta é mais uma atividade da Biblioteca Municipal nas escolas do concelho no âmbito do SABE - Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares da Póvoa de Varzim.

Promotor: Biblioteca Municipal
Palavras-chave: Redes Sociais, Escrita criativa, Twitter
Público alvo: alunos do 2º e 3º ciclo
Sessões: 45/90 minutos



Durante o mês de Maio 2016

Nas Escolas do Concelho

Ver também:

      •     Galeria de imagens  




Artes & Ofícios – Ator e Encenador




 

Artes & Ofícios é uma atividade de exploração de ofícios de ontem e de hoje, colocando as crianças e jovens em contato direto com diferentes profissionais.

A próxima atividade Artes & Ofícios dá a conhecer a arte do Teatro, sendo dinamizada por Eduardo Faria, Diretor Artístico do Varazim Teatro.

O Teatro é uma forma de arte em que um ator ou conjunto de atores, interpreta uma história ou atividades para o público em determinado lugar.

Eduardo Faria nasceu na cidade Invicta a 14 de Setembro de 1968, inicia a sua atividade teatral participando como ator na Opereta Maria. Em 1996 faz Curso Intensivo de Iniciação Teatral orientado por Castro Guedes. Desenvolveu tese de Mestrado no Curso de Gestão Artística e Cultural do IPVC. É um dos fundadores do Varazim Teatro, em 1997, e é desde essa data o seu responsável artístico e programador da Temporada Teatral na Póvoa de Varzim e do Festival É-Aqui-in-Ócio. Colaborou também com o Teatro do Noroeste, Teatro Art’Imagem, Casino da Póvoa e Bottega degli Apocrifi (Itália). Como ator trabalhou com encenadores como Castro Guedes, Manuel Guede Oliva, Guillermo Hueras, José Leitão, William Gavião, Anabela Garcia, José Gonçalinho, Júlio César, José Martins, Cláudia Negrão, Cossimo Severo e Alexander Vorontsov. Tem desenvolvido vários trabalhos comunitários, quer com adultos, quer com crianças, no âmbito da formação e criação de espetáculos.

Como encenador realizou os espetáculos O Rei Imaginário ou a Ausência de Deus, a partir de textos de Raul Brandão e Almada Negreiros (2003); A Delfina, de Susana Poujol (2005); O Diário de Alex Drástico e Blá Blá Blá, de António Albanese (2007); Fragmentos, de Samuel Becket (2006); A Passagem, de Pedro Eiras (2007); Contracurva, com texto do próprio (2008), Mulheres no Poder, de Aristófanes (2010); Se os Tubarões Fossem Homens, a partir do poema homónimo de Bertolt Brecht (2011) e Metades, criação coletiva (2012), todos produções do Varazim Teatro, entre outros.

O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção, "Desimaginação-Farsa do Quotidiano" realizado a partir de um texto de autor português, António Pedro. Desde esta data o Grupo tem produzido regularmente espetáculos de Teatro e várias Animações, que apresenta na cidade onde se sedia e não só, tendo participado já em vários festivais de Teatro, nunca deixando o Varazim de ter a itinerância como intenção.



Dia 18 de Maio 2016, quarta, 14h30

Na Biblioteca Municipal

Ver também:

      •     Galeria de imagens  




“A árvore da liberdade”




 

Atelier de pintura e poesia a realizar na sala infantil.

O cartaz de Vieira da Silva, intitulado “A Liberdade” será o mote para a elaboração de trabalhos de crianças do 1º ciclo.

Datada de 1984, a pintura alusiva à revolução dos cravos integra o acervo artístico que a Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura entregou à guarda da Câmara Municipal de Aveiro e da Universidade de Aveiro - em regime de comodato - e tem vindo a ser alvo de trabalhos de restauro. "Estava em muito más condições, mas, juntamente com o centro de conservação e restauro da Câmara de Comércio Italiano, temos conseguido fazer um bom trabalho", nota Maria da Luz Nolasco, directora do Teatro Aveirense (TA).

A Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva aplaude esta aposta na recuperação da pintura que foi capa da revista Colóquio Artes - em Junho de 1988, numa edição dedicada a Vieira da Silva - e já disse esperar poder vir a recebê-la, depois da sua apresentação em Aveiro. Marina Bairrão Ruivo, directora-interina da fundação, não tem dúvidas de que se trata de uma peça com um "grande valor simbólico", tanto mais porque, acrescenta, para Vieira da Silva a Revolução de 1974 teve um grande significado. "Uma vez que ela viveu muito mal com a ditadura e o 25 de Abril acabou por simbolizar uma grande esperança", recorda a directora.
Fonte

Obra: Liberdade
Data: 1984
Têmpera sobre papel Kraft
Dimensão: 130 X 75 cm
Obra assinada e datada em baixo à direita Obra encomendada pela Secretaria de Estado da Cultura (DGAC), e comemorativa dos 10 anos da Liberdade. Veio a ser doada pela artista para o efeito.

Helena Vieira da Silva expõe pela primeira vez em Portugal em 1935, tendo sido apresentada por António Pedro numa galeria de Arte Moderna de Lisboa. No ano de 1942, Helena Vieira da Silva habita no Brasil, fugindo da guerra, e inicia uma nova fase de organização espacial e de invenção de espaços em que as figuras se formam enleadas em teias definindo aquele movimento azulejar de linhas cruzadas na ortogonal e que tão caracterizadamente irão marcar a obra desta artista (in “Vieira da Silva – O Longínquo Desastre”, por Fernando de Azevedo). Muitos são os escritores, críticos de arte e historiadores que escrevem sobre a obra e sobre a força criativa desta pintora, nascida em Lisboa em 1908.

A obra “Liberdade” é um pintura alegórica de Vieira da Silva e é expressamente dedicada ao 25 de Abril, representado a Arvore da Liberdade. Nesta obra a Árvore surge como fonte e imagem revitalizadora da vida e, simbolicamente, constitui-se também como a portadora de uma palavra antiga e vital – LIBERDADE – o que para Vieira da Silva significa, de igual modo, a imagem de um país que muda de silencioso estádio e que renasce como espaço ou território desafiado a viver de novo a sua juventude.

A obra encontra-se integrada no acervo artístico da Avenida de Arte Contemporânea de Aveiro, projeto artístico protocolado entre o Instituto das Artes, a Câmara Municipal de Aveiro e a Universidade de Aveiro. Fonte



Dia 28 de Abril 2016, 11h

Na Biblioteca Municipal




Ana Maria Magalhães




 

Ana Maria Magalhães, nome literário de Ana Maria Bastos de Oliveira Martinho (Lisboa, 14 de abril de 1946), é uma escritora portuguesa, principalmente direccionada para a literatura infanto-juvenil. É principalmente conhecida por ter escrito a colecção Uma Aventura, em dupla com Isabel Alçada, ex-Ministra da Educação. Conheceu Isabel em Outubro de 1979, no primeiro dia do ano lectivo, na sala de professores da Escola Básica Fernando Pessoa, em Lisboa. Ambas docentes de Língua Portuguesa nessa escola, publicaram o primeiro livro da saga, Uma Aventura na Cidade, em 1982. O número mais recente foi escrito e publicado em 2014.
Fonte

ANA MARIA MAGALHÃES no catálogo da Biblioteca->

Selecção Bibliográfica





De 13 a 30 de abril de 2016

Na Biblioteca Municipal

Ver também:

      •     Colecção "Uma Aventura"  

      •     Entrevista - Ana Maria Magalhães  

      •     “Se as personagens dos livros crescessem, ...”  

      •     "Antes de saber ler, já contava histórias"  

      •     Há conversa RTP - vídeo  

      •     Galeria de imagens  




Artes & Ofícios – Livreiro
Encontro com Rosa Maria




 

Artes & Ofícios é uma atividade de exploração de ofícios de ontem e de hoje, colocando as crianças e jovens em contato direto com diferentes profissionais.

A próxima atividade Artes & Ofícios dá a conhecer uma arte relacionada com o Livreiro, sendo dinamizada pela Rosa Maria, da Livraria Papelaria Rosa Maria, situada na Rua 31 de Janeiro, nº 28 R/C na Povoa de Varzim. Nesta sessão, Rosa Maria Sousa Graça Pinto vai partilhar com os mais novos os segredos da sua profissão, dando a conhecer as várias facetas da sua experiência de lidar com livros.



Dia 20 de abril 2016, quarta, 14h30

Na Biblioteca Municipal




Artes e Ofícios
Encontro com a Jornalista Sofia Branco




 

Artes e Ofícios é uma atividade de exploração de ofícios de ontem e de hoje, colocando as crianças e jovens em contacto directo com diferentes profissionais.

Sofia Branco tem 37 anos (Póvoa de Varzim, 18.01.1977) e é jornalista há 14. Atualmente trabalha na Agência Lusa, em Lisboa, na secção de Lusofonia e Mundo, onde cobre temas de direitos humanos e igualdade de género. Antes trabalhou durante dez anos no jornal Público, durante os quais recebeu vários prémios por artigos publicados sobre igualdade de género, nomeadamente sobre mutilação genital feminina.

Com mestrado em Direitos Humanos (tese sobre prostituição e direitos humanos), é também professora convidada no Mestrado em Estudos sobre as Mulheres, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde tem lecionado sobre direitos das mulheres. Atualmente, está a frequentar o Doutoramento em Sociologia na mesma universidade, com uma tese em estudos sobre as mulheres. É membro da Rede Temática de Jornalistas do Instituto Europeu para a Igualdade de Género, que se reúne regularmente para avaliar o desempenho desta agência e fazer recomendações, e também conselheira da estratégia europeia para eliminar a mutilação genital feminina, coordenada pela Amnistia Internacional.

Foi consultora de um projeto de dois anos (2011-2013) apresentando pela Associação para a Cooperação Entre os Povos sobre representações de género veiculadas nas mensagens jornalísticas e publicitárias, financiado por fundos do POPH/QREN.

A série de trabalhos sobre mutilação genital feminina valeu-lhe vários prémios nacionais e internacionais, entre os quais a Medalha de Ouro da Assembleia da República em 2005. É autora do livro Cicatrizes de Mulher, sobre o mesmo tema.


Dia 11 de abril, segunda-feira, 10h30

Na Biblioteca Municipal




Encontro com Milu Loureiro




 

Milu Loureiro

Nasceu nos dias longos e quentes do verão numa vila da Beira Alta, Aguiar da Beira. No colégio da vila fez os seus estudos até ao atual nono ano. Após o secundário, no então Liceu Nacional de Lamego, ingressou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica. A partir daí dedicou-se ao que sempre gostou de fazer: ensinar. Desempenhou, durante alguns anos, a função de professora bibliotecária. Foi no desempenho desta grata missão que redescobriu a paixão pelas histórias. Foi na Biblioteca Escolar, a contar histórias aos mais pequenos, que esta paixão se reacendeu. Depois, passar ao ato da escrita foi um passo. As histórias começaram a surgir, começaram a tomar forma. Uma, duas, três, quatro… e já lá vão mais de uma vintena, à espera… Entretanto deixou o ensino para se dedicar à escrita, ilustração, narração, confeção de tapetes narrativos e livros de pano.
Tem feito formação na área da narração oral, com Clara Haddad e outros.
Está representada em três coletâneas de contos.
Participou em 2 exposições coletivas de pintura.
Exposição individual de tapetes, livros de pano, ilustrações, pinturas na Biblioteca Municipal de Montemor-O-Velho.
Exposição individual de tapetes, livros de pano, ilustrações, pinturas na Biblioteca Municipal de Cantanhede, agendada para o mês de junho.

Bibliografia

  • O esquilo que amava as palavras e outras histórias, 2010, (autoria)
  • A mantinha de retalhos, 2013, (autoria)
  • El-Rei comilão, 2013, (autoria e ilustração)
  • Castanho e Branco, 2014 (ilustração)
  • A manta que dava abraços, 2015, (autoria e ilustração)
  • A Sinfonia Pastoral de André Gide, 2015, (tradução adaptada)
  • Nem todos os pardais são pardos, a aguardar publicação (autoria).

    Dia 8 de Abril, sexta, 14h30

    Na Biblioteca Municipal




  • Alice Vieira – escritora portuguesa - 73 anos do seu nascimento




     

    Alice de Jesus Vieira Vassalo Pereira da Fonseca (Lisboa, 20 de março de 1943) é uma escritora e jornalista profissional.

    Alice vieira licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

    Dedicou-se desde cedo ao jornalismo, tendo trabalhado nos jornais Diário de Lisboa (onde, juntamente com o seu marido, o jornalista e escritor Mário Castrim, dirigiu o suplemento "Juvenil"), Diário Popular e Diário de Notícias e colaborou durante muitos anos com a revista "Ativa" e o "Jornal de Notícias"

    Atualmente colabora na revista Audácia, dos Missionários Combonianos e no "Jornal de Mafra" on-line.

    Trabalhou em vários programas de televisão para crianças e é considerada uma das mais importantes escritoras portuguesas de literatura infanto-juvenil.

    As suas obras foram traduzidas para várias línguas, como o alemão, o búlgaro, o castelhano, o galego, o catalão, o francês, o húngaro, o holandês, o russo, o italiano, o chinês, o servo-croata, o coreano.
    Ver mais ->

    Bibliografia seleccionada<





    Alice Vieira - no catálogo da biblioteca



    De 19 de março a 9 de abril 2016

    Na Biblioteca Municipal

    Ver também:

          •     Alice Vieira - portal da Literatura  

          •     Alice Vieira - netescrita  

          •     Galeria de imagens  





    Informações/Marcações:

    • As marcações para as actividades do Serviço Educativo deverão ser solicitadas à Dr.ª Fernanda Trovão, Coordenadora do Serviço Educativo, através do telefone 252 616 000 ou do e-mail: fernandatrovao@cm-pvarzim.pt.
     
    Biblioteca Municipal
    Rocha Peixoto

    Rua Manuel Lopes
    4490-664 Póvoa de Varzim

    +351 252 616 000
    biblioteca@cm-pvarzim.pt


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